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terça-feira, 14 de abril de 2015

PIGMENTAÇÃO DO COURO CABELUDO

Tricopigmentação e Terapia Capilar – Técnicas Italiana 
A PIGMENTAÇÃO DO COURO CABELUDO
PARA QUEM TEM PERDA DE CABELOS ACENTUADO  - ALOPECIA

A pigmentação do couro cabeludo é uma técnica usada para esconder a calvície (queda de cabelo) de uma forma mais adequada para a situação a ser tratada. Realizar este tipo de tratamento, o efeito é conseguido através de um ponto microscópico depósito raspada e controlado por um pigmento de cor "cinza" específico, apontando para o resultado mais natural.
De importância fundamental para um resultado natural e agradável é o profissionalismo do operador, formação realizada e as ferramentas utilizadas.
A duração do tratamento e o número de sessões de ser executadas dependem das características do indivíduo e das áreas a ser tratadas. 
Tendo um tratamento reabsorvível, juntamente com o utilizador, irá assumir um certo número de sessões de manutenção por ano (normalmente uma ou duas) para garantir o resultado sempre natural.
Descoloração dos pigmentos podem ocorrer durante o tratamento ou nos dias e semanas após o tratamento, sendo a pessoa deficiente de vitaminas e minerais.
Quanto mais sessões melhor, porque somos capazes de avaliar completamente a forma como cada cliente responde aos pigmentos, ao invés de apenas fazer uma única sessão, para que possamos controlar e produzir 100% variáveis corretas (densidade de cor, design, tamanho do folículo para copiar exatamente a aparência do cabelo existente). 
Todas as pessoas reagem de forma diferente para as mesmas coisas, por exemplo, o método interfere com tom de pele , a espessura do fio, cabeça com transplante, saúde geral da pele (pele oleosa, pele seca, pele manchada e outros) são fatores importantes que acreditamos que possam afetar o comprimento dos pigmentos e durante o tempo de manter o a sua vitalidade, como também o estilo de vida, como pegar muito sol.

TÉCNICAS 

EFEITO RASPADA
O efeito raspada da pigmentação do cabelo, permite reconstruir completamente um aspecto de "cabeça raspada".
A reconstrução do couro cabeludo.
O aumento da densidade.
Restaurar as linhas da face.









EFEITO DA DENSIDADE 
Macculino e Feminino O efeito da densidade permite criar uma cobertura, mesmo no caso de o cabelo mantido em comprimentos importantes.
Reduz a transparência.
Reduz a descoloração.

Aumenta o efeito de espessura.










CICATRIZES 
Camuflagem de cicatrizes causadas por cirurgia de transplante de cabelo (FUE e STRIP) ou lesões acidentais.
Postagens trauma acidental.

Limita o efeito rosado.

EFEITO 3D IMITANDO COMPRIMENTO DO CABELO



















Além da Micropigmentação temos outros tratamentos para a Queda dos cabelos: Terapia Capilar, Laser Terapia, Argila Terapia.
 #fenixfashion #luciasouza #espaçobeleza
fonte e fotos Lux Tricopigmentação  
  

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

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#fenixfashion #luciasouza

quarta-feira, 3 de julho de 2013

ALOPECIA - DOENÇA DO COURO CABELUDO

O QUE É ALOPECIA?

Introdução 

A alopecia areata (AA) é uma afecção crônica dos folículos pilosos e das unhas, de etiologia desconhecida, provavelmente multifatorial com evidentes componentes auto-imunes e genéticos. Determina queda dos cabelos e/ou pêlos, por interrupção de sua síntese, sem que ocorra destruição ou atrofia dos folículos, motivo pelo qual pode ser reversível.
Aspectos Históricos
A primeira descrição clínica da alopecia areata atribui-se a Celsius (14 a 37 a.C.), e a designação alopecia areata deve-se a Sauvages.  Hebra demostrou a incorreção da hipótese de etiologia fúngica proposta por Willan e Gruby (1843). Posteriormente, Von Baresprung propôs a teoria trofoneural, e Jacquet elaborou a teoria distrófica considerando como causa da afecção focos infecciosos, particularmente dentários, hipótese hoje totalmente afastada. Modernamente, interpreta-se alopecia areata como doença auto-imune com substrato genético.
Aspectos epidemiológicos
Os dados estatísticos registrados pela literatura são variáveis. A afecção pode iniciar-se em qualquer idade, havendo um pico de incidência entre os 20 e os 50 anos, sendo que 60% dos doentes apresentam o primeiro episódio da doença antes dos 20 anos. Em material do Hospital das Clínicas da FMUSP, Pimentel verificou que 70% dos casos ocorreram entre os 10 e os 25 anos.  Ambos os sexos são igualmente afetados, tendo sido verificada, com relação às formas graves, no Hospital das Clínicas da FMUSP, a ocorrência de 63% em homens e 36% em mulheres. A alopecia areata compreende 2% das primeiras consultas dermatológicas no Reino Unido e Estados Unidos. A prevalência de AA nos Estados Unidos, entre 1971 e 1974, variou de 0,1% a 0,2% da população. Alguns trabalhos estimam que cerca de 1,7% da população apresente pelo menos um episódio de AA durante a vida.
Aspectos clínicos. Em geral, os doentes relatam perda importante de cabelos e presença abrupta de área ou áreas alopécicas. A lesão característica da AA é uma placa alopécica lisa com coloração da pele normal atingindo o couro cabeludo ou qualquer área pilosa do corpo. Nas fases agudas as lesões podem ser levemente eritematosas e edematosas, e surgem na periferia das placas os pêlos peládicos ou pêlos em ponto de exclamação, que se apresentam afilados e menos pigmentados no ponto de emergência do couro cabeludo e com espessura maior na extremidade distal. Além disso, esses pêlos demonstram deposição de pigmento melânico na clava (sinal de Widy) e, ainda que não absolutamente patognomônicos, sugerem fortemente o diagnóstico quando presentes. As placas de alopecia areata são habitualmente assintomáticas, embora vários doentes queixem-se de sensações parestésicas com prurido discreto, dolorimento ou sensação de ardor local.
Vários aspectos semiológicos podem auxiliar no diagnóstico de AA:
positividade do sinal da tração suave – nas fases agudas da afecção, os pêlos se desprendem facilmente à tração suave, quer na periferia das placas, nas formas localizadas, quer em várias regiões do couro cabeludo, nas formas difusas. Nas fases mais crônicas, essa manobra é negativa, os pêlos não se desprendem facilmente como nas fases agudas;
presença de pêlos cadavéricos – são pêlos nos quais ocorre fratura da haste no interior do folículo piloso, produzindo-se pontos enegrecidos dentro do óstio folicular que se assemelham a comedões;
desenvolvimento de penugem branca de cerca de meio centímetro de comprimento ao longo da área alopécica.
À medida que as lesões evoluem para fases mais crônicas, a presença desses sinais não é mais detectada e pode surgir leve hiperqueratose folicular na área alopécica. Finalmente, a superfície das áreas alopécicas pode tornar-se ligeiramente atrófica, mas nunca com aspecto cicatricial.De acordo com o número de lesões, a extensão do acometimento e a topografia das perdas de cabelos ou pêlos, a alopecia areata é clinicamente classificada em vários padrões:
1. Formas clássicas
A – Alopecia areata em placa única ou unifocal  – Nessa forma há uma única placa alopécica redonda ou ovalada, lisa, na qual a coloração da pele se apresenta normal, com pêlos de aparência normal na periferia da placa, facilmente retirados por tração (demonstrando atividade do processo) podendo estar presentes típicos pêlos peládicos.
B – Alopecia areata em placas múltiplas ou multifocal  – Nessa forma ocorrem múltiplas placas alopécicas típicas, afetando apenas o couro cabeludo ou também outras áreas pilosas.
C – Alopecia areata ofiásica – Nessa apresentação, a perda dos cabelos ocorre na linha de implantação temporooccipital, surgindo área alopécica extensa, em faixa que atinge as margens inferiores do couro cabeludo.
D – Alopecia areata total – Há perda total dos pêlos terminais do couro cabeludo sem acometimento dos demais pêlos corpóreos, podendo haver acometimento ungueal.
E - Alopecia areata universal  – Há perda total dos pêlos corpóreos sendo afetados o couro cabeludo, os cílios, supercílios, a barba e o bigode, axilas e áreas genitais. Em geral, ocorrem associadamente lesões ungueais variáveis.
Além desses padrões considerados clássicos, existem apresentações atípicas das alopecias areatas:
2. Formas atípicas
A – Alopecia areata tipo sisaifo (ofiasis inversa) – Nessa forma, a perda de cabelos atinge todo o couro cabeludo poupando suas margens inferiores, ao longo da linha de implantação temporooccipital. É a imagem clínica inversa da forma ofiásica.
B – Alopecia areata reticular – Nessa forma, ocorrem múltiplas placas alopécicas separadas por estreitas faixas de cabelos preservados, configurando aspecto reticulado ao conjunto.
C – Alopecia areata difusa – Nessa forma, a perda de cabelos é aguda e difusa. Pode ser a forma inicial, principalmente em crianças e adolescentes, ou pode surgir a partir de formas em placa. A maioria desses casos evolui para formas mais graves de alopecia areata total ou universal. É a forma de diagnóstico mais difícil, exigindo diagnose diferencial com deflúvio telógeno agudo, alopecia androgenética e mesmo alopecia sifilítica, necessitando em geral exames complementares e até exame histopatológico mediante biópsia.
Artigo de Evandro A. Rivitti – Professor Titular de Dermatologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
Foto: Cliente Fênix Fashion Espaço Beleza
E Google Imagens

domingo, 3 de abril de 2011

Doenças do Couro Cabeludo - Fique atenta!!!

Conheça as principais doenças do couro cabeludo:
Observe bem a cliente pode apresentar algumas dessas doenças: Fungos, Micose!! Sim. Essas doença atingem o couro cabelo. Fique atenta!!! Recomende um Demartologista.
Dermatite seborreica Popularmente conhecida como caspa, caracteriza-se por uma oleosidade excessiva (seborréia) no couro cabeludo, seguida por inflamação e descamação. A inflamação (irritação) produz uma vermelhidão e sensibilidade no couro cabeludo, enquanto a descamação pode variar de finas escamas (lembrando polvilho) à intensa, formando crostas, muitas vezes aderidas e que ao serem removidas deixam o couro cabeludo ferido. Pode associar-se à alopecia androgenética, acelerando a perda capilar. O stress é um dos mais importantes fatores desencadeantes desse quadro. Outro fator é o aumento do número de fungos usuais (p. Ovale) do couro. Para o tratamento, utilizam-se shampoos anti-inflamatórios, anti-fúngicos, normalizadores da descamação ou tudo isso associado. Dermatite Seborreica ou "Caspa", causa inflamação e feridas no couro cabeludo O shampoo deve ser usado diariamente para uma eficaz remoção da oleosidade e impurezas do couro cabeludo. Lave o couro cabeludo duas vezes seguidas com a polpa dos dedos (evite as unhas), sendo que na segunda vez deixe agir por 2 minutos. Use água morna/fria. Enxágüe bem e após secar com a toalha, use o secador de cabelo (morno) para remover o excesso de umidade. Prefira os secadores profissionais pois produzem mais vento que calor. Nunca durma com os cabelos molhados ou coloque touca, boné ou capacete com o cabelo úmido pois favorece um ambiente quente e úmido para desenvolver os fungos, que desencadeiam a dermatite seborreica.Pode-se ainda fazer aplicações de LED (luz emitida por diodo), que tem ação antiinflamatória, gomagem (uma espécie de peeling capilar) e aplicação de luz UVA. Psoríase:Essa doença de pele associada à herança genética, com localização mais freqüente nos joelhos e cotovelos, também pode acometer o couro cabeludo, onde muitas vezes é confundida com a dermatite seborreica. Leva à uma descamação intensa e esbranquiçada, seca e aderente que ultrapassa os limites do couro cabeludo, diferentemente da dermatite seborréica.Melhora com a exposição solar e tratamento adequado. O arsenal inclui xampus à base de alcatrão e ácido salicílico, que tem ação queratolítica (ou seja, afinam a pele), loções de corticoesteróides (anti-inflamatorio) de aplicação tópica e infiltrações nos locais mais persistentes das placas. Outras opções terapêuticas para os casos mais graves ou intensos incluem a tomada de comprimidos de acitretina, um derivado da vitamina A e PUVA. Alopecia Areata É uma doença auto-imune, em que o corpo reconhece como inimigas as próprias células, destruindo-as. Pode haver perda de cabelos em clareira, perda dos pêlos da barba, das pernas e até mesmo das sobrancelhas e cílios, tudo em forma de círculo. Pode estar associada a outros problemas da pele, como vitiligo, ou a outros problemas orgânicos, como alterações da glândula tireóide. Tinea nigra (tinea capitis): Causada por diferentes fungos, que provocam perda de cabelo localizada. Há o surgimento de placas, que podem ficar inflamadas e até infeccionar. O tratamento é simples – basta tomar antibióticos orais –, desde que o problema seja descoberto precocemente. Caso contrário, pode haver perdas permanentes de cabelo, principalmente quando a inflamação é exagerada. Causada por diferentes tufos, que provocam perda de cabelo em pontos específicos. Obs:Micose do couro cabeludo - Esta infecção, também conhecida como tinea capitis, caracteriza-se por áreas de perda de cabelo no couro cabeludo. É especialmente comum entre crianças entre 3 e 9 anos de idade, particularmente crianças que vivem em condições de superlotação em áreas urbanas. A disseminação da micose no couro cabeludo através de pentes, escovas, chapéus e travesseiros contaminados, pode acontecer como epidemias em escolas, asilos e creches.Os sintomas das micoses variam, dependendo do local da infecção:Micose do couro cabeludo Os sintomas podem incluir uma descamação difusa e pruriginosa (que coça) do couro cabeludo que se assemelha à caspa; áreas de perda de cabelo que coçam e descamam, de forma arredondada; micose em pontos-pretos na qual tocos de cabelos quebrados formam um padrão pontilhado no couro cabeludo; ou ainda o Kérion, uma mancha nodular grosseira de pele inflamada que pode drenar pus.
Líquen plano capilar: Causa vermelhidão no couro cabeludo. Doença que se manifesta pela vermelhidão e descamação do couro cabeludo, acompanhada de pequenas bolinhas arroxeadas. Se não for tratado rapidamente, leva a uma perda permanente dos cabelos no local, chamada de alopecia cicatricial. É mais comum em mulheres de meia-idade.
Foliculite queloidiana da nuca: Trata-se de uma infecção crônica dos folículos pilosos. Nos casos mais graves, pode deixar fibroses ou cicatrizes do tipo quelóide. Ocorre mais freqüentemente em homens com tendência a acne. Pseudo-pelada de Brocq: É o processo final comum a alguns tipos de alopecia: sem tratamento, pode haver um afinamento (atrofia) da pele do couro cabeludo, o que impossibilita qualquer tipo de restauração capilar. Veja alguns exemplos de Desordens Genéticas que acometem principalmente as crianças, muitas vezes desde o nascimento e que, felizmente, são bastante raras. Tricorrexe nodosa(tricomicose nodosa: Doença que deixa o cabelo frágil, quebrando-se facilmente. Defeito estrutural do cabelo, que faz com que o cabelo se quebre facilmente. Tricodistrofia Os cabelos, cílios e sobrancelhas são curtos e quebradiços. Para o seu diagnóstico, devem ser analisados a presença de enxofre e de aminoácidos nos fios. Pili torti Alteração estrutural dos cabelos, em que os fios ficam quebradiços e torcidos. É sintoma de algumas síndromes.
Tricorrexis invaginata Os cabelos têm o aspecto similar ao de um bambu. Pode estar associada a doenças genéticas em que, concomitantemente, são encontrados problemas como o ressecamento excessivo da pele. Moniletrix Os cabelos são quebradiços e finos e originam-se de pequenas bolinhas com cascas no couro cabeludo.
Síndrome dos cabelos impenteáveis:







Surge entre a infância e a adolescência. Os cabelos têm crescimento lento, coloração prateada e são frágeis, o que torna praticamente impossível obter um aspecto ordenado. Sindrome dos cabelos inpenteáveis. Cabelo cresce lento, com coloração prateada e frágeis.
Fonte: blog Links Internacionais Dr. Tykocinski
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